Um dos conflitos mais clássicos da existência do homem é razão versus emoção.
Fico impressionada quando percebo a tamanha dificuldade que é administrar esses dois lados tão antitéticos.
O que causa mais dor nessa história toda, é ser obrigado a dar preferência à razão quando a emoção berra 59 milhões de vezes mais alto. Até aí achei que fosse possível conciliar.
Não dá para ser arbitrário com uma coisa dessas. Assumir uma verdade para si mesmo todas as manhãs e tentar conviver com ela, é. Mas não é suficientemente funcional. Quando o castelinho desmorona, meu amigo… a coisa fica feia.
Agora, para complementar, temos a ajuda do catalisador máximo e universal de catástrofes que está em forma de esporo, só esperando as condições favoráveis para se manifestar: o álcool. Não é desculpa para nada mesmo. É fator determinante.
Surpreendentemente irritante a ânsia por querer respostas e controle sobre as coisas. Por que será que não dá para a instabilidade ser confortável?


